Imprescindível no guarda-roupa masculino, o blazer age como coringa pela sua versatilidade de coordenação com outras peças do vestuário. Para a temporada de inverno segue mais ajustado e com comprimento um pouco menor que o tradicional.
A postura viril que ele transmite não difere do objetivo de seu surgimento em 1837, quando a rainha Victoria pediu que os paletós azul marinho dos marinheiros fossem confeccionados com botões dourados no punho, para que estes não ousassem limpar o nariz à sua frente. O que a princípio era um traje obrigatório, tornou-se sinônimo de bom gosto e elegância.
Um homem bem vestido deve ter dois tipos de blazers: um social e um casual, mas levando em conta a estação, melhor garantir também um de verão com tecidos mais frescos e um de inverno. Em geral o blazer é construído de forma estruturada, conceito que atualmente tem sido revisto, pela utilização de materiais mais maleáveis e frios como jeans, principalmente nos modelos de verão.
Muitos acham que blazer e paletó são a mesma peça, mas as diferenças sutis nos modelos fazem grandes mudanças no visual. O blazer é mais esportivo, pode ser combinado à outras peças despojadas como camisetas (principalmente com decote V), camisa pólo, jeans entre outras. Já o paletó é mais formal, faz parte do terno e é vendido em conjunto com a calça de mesmo tecido.


O feitio do corte faz a diferença nas peças de alfaiataria, a atenção na escolha do blazer dever ser redobrada também pelocaimento no corpo, deve-se evitar um modelo muito largo, com sobras, pois pode parecer deselegante. Quando confeccionado com alta qualidade, pode durar até dez anos.
Os shapes mais tradicionais são o americano, inglês e italiano. O primeiro é slim, sem enchimentos, mais parecido com o atual, mas sem marcação na cintura. O inglês é mais estruturado, possuem lapela pontuda (peaked), e os ombros são mais empinados. Ombros largos e marcados, corte estreito ao comprimento do ombro ao quadril caracterizam o modelo italiano. Os joviais possuem a lapela fina, são desestruturados e mais casuais.
O fechamento da peça com dois botões é uma acepção mais sofisticada - algumas marcas utilizam apenas um ou três (modo mais clássico) – que apesar de sua estrutura tradicional é uma das peças mais atuais no vestuário masculino. Ultimamente a peça mudou a estrutura seguindo o mercado com o slim fit – o blazer está mais ajustado, delineando melhor a silhueta masculina, mais curto –, modelagem mais acinturada e ligeiramente alongada.
O tecido também é um fator importante na durabilidade, Adid Did diz que os melhores modelos são produzidos com casimira, pois possuem a trama ideal para a alfaiataria masculina e pode ser mesclada à outros tipos de fios tão sofisticados quanto. De acordo com Francis Petrucci, diretor criativo da Mandi, uma grande aposta são os blazers com tecidos resinados.

Os confeccionados em linho são excelentes para temperaturas mais quentes, sem forro; os modelos em sarja são indispensáveis no guarda-roupa, são mais despojados e informais; aposte no chamois para eventos mais sofisticados, o tecido é marcante e deve ser usado com freqüência menor. Os modelos feitos em jeans são mais despretensiosos, ainda serão muito explorados, excelente a quem quer uma produção arrojada com estilo; no mesmo ímpeto seguem o blazer em malha pesada e moleton.
Para trabalhar, a lã fria torna-se ideal, principalmente em tons de cinza, proporciona vasta coordenação; o veludo cotelê exige cuidado, foque no caimento no corpo, ele é ótimo para o inverno. O veludo liso é próximo ao cotelê, mas de toque macio e sem marcações fundas, é uma opção muito sofisticada, um pouco em desuso atualmente. Blazers feitos de couro são extasiantes, com ressalva de que pode deixar o visual demasiado pesado.
Os blazers de inverno são ainda mais arrojados pelo uso de padronagens como espinha de peixe, de feitio clássico, logo estará de volta a temporada; pied-de-cog, um pouco mais chamativo, o padrão lembra pegadas de galo; tweed, que está em alta na temporada de Inverno 2011; window pane, linhas entrecruzadas que formam quadrados, para ocasiões mais sofisticadas; e por último a seersucker, típico no shape americano, caracteriza-se por listras azuis e brancas verticais.
Cores como preto, marinho, cinza, cáqui, gelo e camel permitem maiores combinações pela neutralidade no vestuário, ademais são atemporais. Os modelos com tons claros são mais informais! Blazers mais elaborados possuem debrum nas extremidades, aspecto militar com martingales e feitio vintage com protetor de cotovelo.
A austeridade que o blazer carrega, principalmente usado fechado com peças formais: gravatas, sapatos sociais e camisas; agora abrem espaço para um look mais despojado, como o com camiseta, tênis e jeans; deixando-o ideal à qualquer evento.
A postura viril que ele transmite não difere do objetivo de seu surgimento em 1837, quando a rainha Victoria pediu que os paletós azul marinho dos marinheiros fossem confeccionados com botões dourados no punho, para que estes não ousassem limpar o nariz à sua frente. O que a princípio era um traje obrigatório, tornou-se sinônimo de bom gosto e elegância.
Um homem bem vestido deve ter dois tipos de blazers: um social e um casual, mas levando em conta a estação, melhor garantir também um de verão com tecidos mais frescos e um de inverno. Em geral o blazer é construído de forma estruturada, conceito que atualmente tem sido revisto, pela utilização de materiais mais maleáveis e frios como jeans, principalmente nos modelos de verão.
Muitos acham que blazer e paletó são a mesma peça, mas as diferenças sutis nos modelos fazem grandes mudanças no visual. O blazer é mais esportivo, pode ser combinado à outras peças despojadas como camisetas (principalmente com decote V), camisa pólo, jeans entre outras. Já o paletó é mais formal, faz parte do terno e é vendido em conjunto com a calça de mesmo tecido.
O feitio do corte faz a diferença nas peças de alfaiataria, a atenção na escolha do blazer dever ser redobrada também pelocaimento no corpo, deve-se evitar um modelo muito largo, com sobras, pois pode parecer deselegante. Quando confeccionado com alta qualidade, pode durar até dez anos.
Os shapes mais tradicionais são o americano, inglês e italiano. O primeiro é slim, sem enchimentos, mais parecido com o atual, mas sem marcação na cintura. O inglês é mais estruturado, possuem lapela pontuda (peaked), e os ombros são mais empinados. Ombros largos e marcados, corte estreito ao comprimento do ombro ao quadril caracterizam o modelo italiano. Os joviais possuem a lapela fina, são desestruturados e mais casuais.
O fechamento da peça com dois botões é uma acepção mais sofisticada - algumas marcas utilizam apenas um ou três (modo mais clássico) – que apesar de sua estrutura tradicional é uma das peças mais atuais no vestuário masculino. Ultimamente a peça mudou a estrutura seguindo o mercado com o slim fit – o blazer está mais ajustado, delineando melhor a silhueta masculina, mais curto –, modelagem mais acinturada e ligeiramente alongada.
O tecido também é um fator importante na durabilidade, Adid Did diz que os melhores modelos são produzidos com casimira, pois possuem a trama ideal para a alfaiataria masculina e pode ser mesclada à outros tipos de fios tão sofisticados quanto. De acordo com Francis Petrucci, diretor criativo da Mandi, uma grande aposta são os blazers com tecidos resinados.
Os confeccionados em linho são excelentes para temperaturas mais quentes, sem forro; os modelos em sarja são indispensáveis no guarda-roupa, são mais despojados e informais; aposte no chamois para eventos mais sofisticados, o tecido é marcante e deve ser usado com freqüência menor. Os modelos feitos em jeans são mais despretensiosos, ainda serão muito explorados, excelente a quem quer uma produção arrojada com estilo; no mesmo ímpeto seguem o blazer em malha pesada e moleton.
Para trabalhar, a lã fria torna-se ideal, principalmente em tons de cinza, proporciona vasta coordenação; o veludo cotelê exige cuidado, foque no caimento no corpo, ele é ótimo para o inverno. O veludo liso é próximo ao cotelê, mas de toque macio e sem marcações fundas, é uma opção muito sofisticada, um pouco em desuso atualmente. Blazers feitos de couro são extasiantes, com ressalva de que pode deixar o visual demasiado pesado.
Os blazers de inverno são ainda mais arrojados pelo uso de padronagens como espinha de peixe, de feitio clássico, logo estará de volta a temporada; pied-de-cog, um pouco mais chamativo, o padrão lembra pegadas de galo; tweed, que está em alta na temporada de Inverno 2011; window pane, linhas entrecruzadas que formam quadrados, para ocasiões mais sofisticadas; e por último a seersucker, típico no shape americano, caracteriza-se por listras azuis e brancas verticais.
Cores como preto, marinho, cinza, cáqui, gelo e camel permitem maiores combinações pela neutralidade no vestuário, ademais são atemporais. Os modelos com tons claros são mais informais! Blazers mais elaborados possuem debrum nas extremidades, aspecto militar com martingales e feitio vintage com protetor de cotovelo.
A austeridade que o blazer carrega, principalmente usado fechado com peças formais: gravatas, sapatos sociais e camisas; agora abrem espaço para um look mais despojado, como o com camiseta, tênis e jeans; deixando-o ideal à qualquer evento.
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